ANATOMIA DA CRTICA NORTHROP FRYE PDF

View Northrop Frye – Anatomia da from MICROBIOLO at l (” ~: ANATOMIA DA NORTHROP CRTICA FRYE N01’th1’0p F1’ye bbra de citao por. FRYE, Northrop – Fbulas de Report. Post on Nov northrop frye- anatomia da crtica Documents · herman northrop frye anatomija kritike. Frye postulaa concepçãoda crÃticacomo uma estruturade pensamentoe conhecimento I (~: NORTHROP FRYE, NATOMIA DA CRITICA Traduçã ode.

Author: Taushakar Nagrel
Country: Morocco
Language: English (Spanish)
Genre: Literature
Published (Last): 18 January 2015
Pages: 112
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ISBN: 125-3-30217-222-2
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Ambaspertencema umperododahistriasocialemquea aristocraciestperdendorapidamenteo seupoderdefato,masaindacon-servaboasomade prestgioideolgico. Desteponto de vista,o crticosegundoa metforade nossapgina inicial, o reven-dedor.

Temosdeadotara hiptese,pois,de que,assimcomoexisteuma ordemda naturezapor trs das cinciasnaturais,a literaturano um monteempilhadode “obras”,masuma]ordemde palavras.

FRYE, Northrop – Fbulas de Identidade.pdf

Indagadosobreaquiloem que esttraba-lhando,o crticoinvariavelmentedir queesttrabalhandoemDonne,ounopensamentodeShelley,ouno perodode ,ou dir algumaoutrarespostaindicativade que a Histria,aFilosofiaou a horthrop baseconceptualde suacrtica.

Molihe tinha de agradara seurei,masnocraumaexceoemmatriadetemperamento. Masseosvariadosinteressesdoscrticospudessemrelacionar-secomum modelocentrale expansivo,de alcancesistemtico,aressacadesapareceria,e elesseriamvistosa convergirpara acrtica,em vez de fugir dela. NoRomeu e lulieta, por exemplo,o maravilhososobreviveapenasnafala deMercutiosobrea RainhaMab. Eliot, depoisde torrarMiltonno mercado,-estagoracomprando-odenovo;Donneprovavelmenteatingiuseumximoe comeara diminuir;Tennysonpodeservirparaumaligeiraespeculao,masasaesdeShelleyaindaestocomtendnciapara a baixa.

Por queArnoldquer classi-ficar os poetas? Masse razovela relao,aqui expressa,entrea formae o COD-teloda poesia,ento,poucoimportao queele faa,o poetaaindaterquaseos mesmosproblemastcnicosa enfrentar.

Northrop Frye- Anatomia da crtica

Em Aristfaneshcomumenteumafiguracentralqueconstrisuaprpriasociedadeanteforte oposio,repelindoumaapsoutratodasaspessoasquevmparaimpedi–Ia ou explor-Ia;e afinalconsegueum triunfo herico,termi-nadocomamantes,noqualsvezeslhesoatribudasashonrasdeum deusrenascido. Por issoseurebaixamentode Chaucere Burnsparaa SegundaClassepareceafetadopelasensaode quea comdiae a stiradevemser mantidasemseuslugaresexatos,comoos critriosmoraise as qnatomia.

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Dosnomesde Shakespearefalareidepois,maisde es-pao;socuriosamente- muitasvezesbarbaristicamente- amalgamadosde vriastradiese lnguas. Seuarqutipo Prometeu,o titimortalrejeitadopelosdeusespor favoreceros homens. Assima ComdiaAntiga,comoa tragdiasua contempornea,misturao hericoe o irnico. Tendiama julgar-seorculossecularesda ordemnatural,reagindo,aoensejode acontecimentospblicos,comoos poetasoraculares,dentrode um contextoda lei sociale natural.

The Educated Imagination – Northrop Frye

Conheoum segundomodo de trabalhar com a litera-tura, a nogthrop, comooutras formas de construomental,tem umateoriae uma prtica. Duranteos ltimoscemanos,a ficomaissriatendeucrescentementea ser nortyrop modoirnico. Ou,seo poetapermaneceondeest, a poesiaqueviaja: Na literaturaclssicao temada aceitaofazpartedasestriasdeHrcules,Mercrioe outrasdivindadesquetiveramdepassarpor umaprovao,e na literaturacrist o temadasalvao,ou,demaneiramaisconcentrada,daentra-dano cu: Naturalmente,em adioaosmoralistas,hpoetasqueconsideramautnticosapenasaquelesoutrospoetasquesepareamcomeles;h crticosquegostamdefazercam-panhasreligiosas,anti-religiosasou anatomla soldadinhosde brinquedorotuladosde “Milton”ou “Shelley”,mais do quegostamde estudarpoesia;h estudiososque tm razespre-mentesparafazertantaleituraedificantequantapossasersupr-flua.

Aironia,enquantomodo,nasceudo imitativobaixo;tomaa vidaexatamentecomoa encontra. Uma vez que conce-beram o movimentocomo explicvel,uma teoria matemticadomovimentose tornou a estruturaconceptual,e assim o caminhoficou livre parao sistemasolarheliocntricoe a lei. A idadedeourodacrticaanticrticafoi a ltimapartedo sculoXIX, masalgunsdeseusprejuzosaindanosrodeiam. OscrticosexegticosdaBblianosocrticosliterrios,e temosdesugerir,nsmesmos,queo Livro de Isaas defatoa unidadeemquetradicionalmentesemprefoi tomado,umaunidadenodeautoriamasde tema,sendoessetema,em eptome,o temada Bbliacomoum todo,a parboladeIsraelarruinada,cativae redimida.

Similarmente, a dificuldade que amide se sente de”ensinarliteratura” nascedo fato de que isso no podeser feito: A famosadiscussonofim daRepblicaentosecaracterizacomoumapolmicacontrao elementoimitativobaixo na poesia,e no Crtilo somosapre-sentadoss tcnicasirnicasda ambigidade,associaoverbal,paronomsiae aoaparelhamentoqueestagorasendorevividopelacrticaa fim detratardapoesiadomodoirnico- a crticaque,por um refinamentoadicionalda ironia,chama-se”nova”crtica.

A meiocaminhoentreos doisfica a figurabsicada tragdia,quehumana,econtudodeumadimensoherica,queamideencerraemsi a sugestodedivindade. No planomticohmaislendadoquefatos,mas claroqueopoetacantordosdeuses freqentementeconsideradocomoumdeusquecantaou comoinstrumentode um deles. AProsdiatemestruturacientfica;tem-naa Fontic,e tambma Filologia.

Diz ele queaumentamosnossaadmiraoporaquelesque conseguempermanecerna PrimeiraClassedepoisde’termostornadoessapermannciamuitodifcilparaeles. Essasobsessessociaismudamsempre,comoumlequea mover-sediantedeumaluz,e a mudanainspiraa crenadequeos psterosfinalmentedescobremtodaa verdadesobreaarte.

File:Frye Northrop Anatomia da – Monoskop

Assimreza-ria a agenda,se os trsnomesescolhidosfossemShakespeare,Milton e Shelley: As obras literrias que conside-ramosat agora soobras de fico nas quais a tramaconfor-me Aristtelesa chamou,a “alma” ou princpio conformador,eos caracteresexistem primariamente como funes da trama. A comdiamtica,correspondente mortedo deusdio-nisaco, apolnea,a estriadecomoumheri aceitoporumasociedadededeuses.

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Asfices,portanto,podemserclassificadas,nomoralmente,maspelaforadeaodo heri,quepodesermaiordo quea nossa,menorou maisou menosa mesma. Enquantoos astrnomosconsideraramos movimentosdoscorposcelestescomo a estrutura da Astronomia,naturalmenteconside-raram fixadosseusprprios pontosde vista. Mesmo que houvessetais indcios, seuprprio relato do que ele tentou fazer no Ram-let s seria uma crtica definitiva dessapea, apta a esclarecertodosos seusenigmaspara sempre,em medidaigual queumarepresentaodela sob sua direofosseuma representaodefi-nitiva.

PromoverMilton,como fundamentodequesuapenetra-odosmaissublimesmistriosdafergue-oacimadainvarivelmundanidadede Shakespearee da imaturidadede SheIley. Ou podemoster uma personagemque,com a simpa-tia do autore da audincia,repudiatal sociedadea pontodesair deliberadamentedela,tornando-sedessemodoumaespciede pharmaks ao contrrio.

Se superiorem grauaosoutroshomens,masnoa seumeionatural,o heri um lder. There’s a problem loading this menu right now. Pelasrazesj expostas,a comdiadomsticada ficopos-teriorprosseguepraticamentecomasmesmasConvenesusadasno Renascimento.

A fimde mantero livro dentrodos limitesque tornariampossvelescrev-loepublic-lo,procedidedutivamente,e fui rigorosamenteseletivonos exemplose ilustraes.

Issopodecontinuara serverdademesmodepoisdeo crticoter aprendidoa basearseusjulgamentosemsuaexpe-rinciadaliteratura,enoemsuaspreocupaessociais,morais,religiosasoupessoais.

Este o estadode selvageria,o mundono quala comdiaconsisteem infligirdor a umavtimadesamparada,e a tragdiaem suport-Ia.

A posiocentralda tragdiaimitativaelevadanos cincomodostrgicos,equilibradaa meiocaminhoentreo herosmodivinoe a ironiademasiadohumana,expressa-sena concepotradicional.

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